quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O Programa Jovem Aprendiz


O programa Jovem Aprendiz foi criado pela empresa Eletrobrás no intuito de preparar jovens estudantes para ingressar no mercado de trabalho, além de trabalhar por uma sociedade mais justa e igualitária. Este programa é adotado atualmente por diversas organizações e dá oportunidade aos jovens de aprenderem uma profissão. São oferecidos cursos de qualificação que são ministrados pelo Senac. Os participantes deste programa passam a exercer atividades como estagiários nas empresas, sendo esta uma grande oportunidade de conseguir o primeiro emprego e futuramente, obter melhores oportunidades de ascensão profissional.

Para participar do programa Jovem Aprendiz é preciso ter entre 18 e 22 anos, ter concluído o ensino fundamental e estar matriculado no curso médio, caso ainda não o tenha concluído. O período de participação corresponde a dois anos, com carga horária de trabalho de quatro horas por dia, durante quatro dias úteis. No quinto dia, os jovens assistem a aulas de capacitação teórica ministradas pelo Senac.

As empresas que aderem esse programa em sua cultura organizacional auxiliam o amadurecimento profissional dos estudantes, além de orientá-los a desempenhar suas atividades de maneira cada vez mais eficiente. Assim, ao final do contrato o jovem terá um currículo mais refinado e até mesmo poderá tornar-se membro efetivo da organização.

Ademais, é notório ressaltar que durante o período no qual o jovem estudante participa do programa, o departamento de Recursos Humanos deve acompanhá-lo e avaliar seu desempenho. Palestras, seminários e outras formas de agregar conhecimento também são importantes para a melhor capacitação profissional do jovem aprendiz.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Transformações

É cada vez mais notável as enormes transformações na qual a sociedade vem passando, esse ambiente de constante mudança faz gerar uma onda de incertezas no ambiente econômico. Todos os setores da economia são abalados pelas incertezas do mercado, tais como: agricultura, pecuária, civil, varejo entre outros. Com isso, para as empresas se manterem competitivas elas precisam buscar ferramentas e métodos que aprimorem seus processos, reduza custos e desenvolva projetos rentáveis.

Percebe-se que as organizações passam por contínuas reestruturações para se adequarem às novas exigências do mercado. Dessa forma, grandes departamentos são eliminados pelo avanço tecnológico, trabalhadores ficam sem colocação no mercado pelo fato de suas profissões não serem mais interessantes e novas profissões surgem exigindo mais conhecimentos e habilidades.


Portanto, o profissional que já possui uma carreira consolidada e aquele que pretende ingressar no mercado de trabalho precisam ter consciência do quanto é importante eles adquirirem novos conhecimentos, reciclarem-se, estarem atentos às novas tendências, buscando crescimento intelectual e não somente crescimento dentro da empresa. Para auxiliar esses profissionais na busca por novos horizontes, o Plano de Carreira surge como uma excelente opção, visto que essa ferramenta quando bem elaborada, transforma-se em um guia para alcançar o sucesso, pois auxilia os profissionais a realizarem seus sonhos, estabelecerem metas e como fazer para alcançar os objetivos.

Qual o perfil profissional que o mercado demanda atualmente?


Neste cenário de extrema competitividade no qual as empresas se encontram atualmente, encontrar o profissional certo, na hora certa e para o lugar certo é uma atividade de extrema importância para qualquer negócio. Além da instrução acadêmica, fatores comportamentais como personalidade, esforço, comprometimento, facilidade de relacionamento e para trabalhar em equipe, dentre outros garantem o emprego e a empregabilidade do indivíduo e agrega valor à organização e garante sua credibilidade.

É importante ressaltar que as competências técnicas tem o mesmo peso que as competências comportamentais nos processos de recrutamento e seleção, porém é necessário apresentar algum diferencial em relação aos demais concorrentes. Sendo assim, o perfil comportamental e a capacidade de autogestão e maleabilidade às mudanças podem ser fatores cruciais entre a contratação ou não de um candidato.

As competências comportamentais tornaram-se valiosas para as empresas, pois o profissional que as possui é capaz de propor novas ideias e dar andamento ao projeto de forma a agregar valor e proporcionar maiores retornos à empresa. Além disso, garante a superação de uma das maiores dificuldades encontradas nos profissionais atualmente: a flexibilidade para aceitar e se adaptar a cultura organizacional, gerando motivação para si mesmo e para os demais membros de sua equipe de trabalho. Assim, é necessário que os indivíduos busquem sempre pelo seu autodesenvolvimento a fim de garantir seu lugar no mercado de trabalho.


A importância do desenvolvimento de lideranças no âmbito organizacional


Uma das mais importantes ações da área de Recursos Humanos é mensurar indicadores organizacionais referentes à liderança. Pesquisas constatam que a qualidade da liderança propicia o melhoramento ininterrupto do desempenho, competitividade, resultados organizacionais, além das relações interpessoais, pois estimula as equipes e a proatividade dos colaboradores.

Um líder é alguém preparado, que age de forma responsável auxiliando e desenvolvendo sua equipe, que busca aperfeiçoar-se através de novos conhecimentos e habilidades e maximiza as oportunidades de competitividade e manutenção da empresa no mercado de trabalho da qual faz parte. Assim, o líder atua na organização de modo sistêmico e integrado a fim de agregar valor ao negócio através de seu diferencial.

Mas como institucionalizar o Programa de Desenvolvimento de Lideranças (PDC) no âmbito empresarial? Para isso alguns passos são fundamentais:
· Estabelecer uma proposta de liderança coerente e sólida;
· Divulgar o “Modelo de Liderança” no intuito de alcançar resultados estratégicos;
· Avaliar as ações dos líderes e a qualidade de sua liderança, através de pesquisa de clima organizacional, por exemplo;
· Investir na capacitação, aprendizado e desenvolvimento dos líderes;
· Avaliar a relação investimentoXretorno a fim de mensurar indicadores;
· Conscientizar os líderes de sua responsabilidade perante sua equipe e a organização e motivá-los a desempenhar suas atividades de forma otimizada.

Observa-se que nas empresas que institucionalizaram o PDC mudanças positivas ocorreram no relacionamento entre o líder e seu liderado. Muito disso se deve ao fato de que o programa propiciou um ambiente mais aberto e inovador, tendo na comunicação transparente seu principal método de trabalho.

Dessa forma, conclui-se que a liderança quando bem desempenhada auxilia na construção de relações mais fortes, transformando o clima organizacional, além de conscientizar as pessoas da importância do seu papel nos negócios. Assim, paradigmas são quebrados através da mudança de pensamentos dos participantes deste processo, gerando oportunidades de crescimento tanto para a empresa quanto para seus colaboradores. Daí a importância crucial de um líder preparado.

Para maiores informações acesse http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Materia/6840/habibs-o-programa-de-desenvolvimento-de-liderancas-e-uma-estrategia-organizacional.html

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Poder do Batom: Liderança Feminina como Vantagem Competitiva

Aprisionadas por uma cultura empresarial onde predominavam crenças como Você é pago para fazer e não para pensar” ou pelo célebre “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, as empresas da Era Industrial desperdiçaram o potencial da competência feminina, confinando-a a tarefas rotineiras e subalternas, na obsessiva busca da economia de escala. Na Era dos Serviços na qual vivemos, a matéria prima básica é a imaginação humana, a criatividade, a inovação. As empresas que desejam sobreviver nesse novo cenário não podem mais se dar ao luxo de selecionar apenas uns poucos para pensar enquanto engaiola a maioria da sua força produtiva na execução.
  O Poder decisório com as mulheres no mundo corporativo passou a ser questão de sobrevivência das empresas competitivas. Essas empresas precisam de todos pensando, criando, inovando. E precisam utilizar melhor a diversidade de seus talentos, verdadeira riqueza que tem sido negligenciada pelas exigências de padronização de comportamentos até há pouco vigentes. Talento criativo não tem sexo, cor, nacionalidade, tamanho ou idade..
É importante ter em mente que o sexo feminino já é maioria na população em 25 dos 27 estados brasileiros. As mulheres serão muito mais aptas que ninguém para desenhar produtos e serviços capazes de realizar o sonho e encantar essa crescente massa de consumidoras femininas nos grandes centros urbanos. Essa tendência salta aos olhos nos Estados Unidos, onde cerca de 8 milhões de empresas já são dirigidas por mulheres.
Não se trata de defender uma suposta supremacia feminina na liderança dos negócios. Mas sim da heterogeneidade de percepções que a mistura de sexos proporciona. Uma empresa com homens e mulheres na direção tem uma visão muito mais ampla que aquelas onde apenas os homens comandam.
As mulheres têm um grande papel a desempenhar nesse momento de crise e de incertezas, dotando as empresas de vantagem competitiva inquestionável.



Profissionais de RH revelam como é a escolha dos colaboradores que recebem mais benefícios

Saiba quando e quem deve receber o auxílio para o desenvolvimento profissional
Com o crescimento da internacionalização das empresas brasileiras e a entrada de multinacionais no País é cada vez maior o número de instituições que sentem a necessidade de investir no desenvolvimento profissional de seus funcionários.
Surgem então algumas dúvidas:
·        * Quais serão os requisitos considerados na hora de decidir quando e quem deve receber esse empurrãozinho?
·       *  Como será que a empresa identifica o funcionário que está pronto para receber esse impulso na carreira?
Entre os investimentos mais comuns estão os cursos de pós-graduação, MBA, especialização na área em que o funcionário trabalha ou trabalhará e cursos de idiomas. Em grandes empresas, todos os funcionários hoje têm a possibilidade de receber uma contribuição para seu desenvolvimento profissional.
Os cursos de idioma estão cada vez em crescimento e são cada vez procurados. Uma pesquisa realizada aponta que as pessoas que tem o domínio  do inglês e espanhol tem uma remuneração maior 21,78%. O estudo também aponta que, além de propiciar a melhoria da carreira, esses cursos vêm sendo introduzidos pela maioria das empresas.
Segundo a consultora de recursos humanos da Mosaic Fertilizantes Brasil S.A., Lúcia Lima, os funcionários que recebem a contribuição da empresa são escolhidos de acordo com vários itens. “A análise de potencial é realizada em conjunto com o gestor direto, pela equipe de RH e através das políticas de elegibilidade para todos os programas”, explica.

Para a gerente de desenvolvimento organizacional da Galderma, Karina Oliveira, com o investimento profissional, o funcionário é tão beneficiado quanto à empresa. “Além de profissionais mais preparados temos, por conseqüência, melhores resultados. Os funcionários se sentem reconhecidos, pois percebem que estão em desenvolvimento e que o processo pode alavancar suas carreiras. Assim, tendem a entregar-se e dedicar-se mais”, diz Karina.

Vale aqui ressaltar um ponto importante no desenvolvimento dos profissionais é a escolha da escola de idiomas. É importante que a escola seja reconhecida por grandes empresas, tenha credibilidade e flexibilidade para atender às nossas necessidades como cliente. A consultoria de idiomas realiza ainda avaliações semestrais, nos quais o nível do idioma do aluno é apurado. Assim, o RH tem contato com os resultados, métricas de desempenho e acompanhamento das cargas horárias.
Os requisitos pré-estabelecidos adotados pela maioria das empresas são: o tempo de trabalho na instituição, análises de prospecção, potencial de crescimento, pontuação nas avaliações de performance e as necessidades atuais ou futuras dos funcionários. A dedicação, a apresentação de metas e resultados também é levada em consideração. A indicação dos possíveis beneficiados, em algumas empresas, também é feita pelos próprios colegas.

 


http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=3esvh5dih
Obrigatoriedade do ponto eletrônico agita setor Empresarial
 Por determinação do Ministério do Trabalho de agosto de 2009, todas as empresas que possuem mais de 10 funcionários e já utilizam o relógio eletrônico são obrigadas a instalarem o Registrador Eletrônico de Ponto (REP), para que possa ser identificado o horário de entrada e saída de cada trabalhador. O prazo para o cumprimento desse novo sistema foi encerrado no dia 29 de agosto e tal medida tem por objetivo proibir todo o tipo de restrição a marcação de ponto, marcações automáticas e alterações dos dados registrados.
A partir da implantação do ponto eletrônico, a emissão de comprovante da marcação a cada registro efetuado no REP passa a ser obrigatória e o empregador é obrigado a manter e apresentar à fiscalização do trabalho os formatos de relatórios e arquivos digitais de registros de ponto.
As mudanças que irão ocorrer com esse novo procedimento trazem à tona algumas questões que merecem ser abordado, o alto custo que as empresas terão para implantarem o ponto eletrônico. Segundo afirmação da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), a Instituição afirma que essa obrigatoriedade eleva o custo, principalmente das pequenas e microempresas, por conta dos valores elevados tanto dos equipamentos adaptados quanto dos procedimentos técnicos e operacionais. Além disso, haverá um custo também sobre o comprovante que deverá ser impresso pelo aparelho.
Um relógio de médio porte que atende às especificações da lei custa em torno de R$ 2.500,00 à R$ 3.600,00.
Realmente o custo é muito alto e outro objetivo do uso do ponto eletrônico é reduzir o número de ações trabalhistas, pois uma vez que o aparelho possui uma memória que não pode ser apagada, é uma forma de segurança jurídica para as empresas comprovarem as informações alegadas pelos funcionários.
Conclui-se que há uma ampla discussão em torno dos pontos positivos e negativos a partir dessa obrigatoriedade. Entretanto, mais importante é ressaltar que a medida visa tranqüilizar tanto os empregados quanto os empregadores.

http://www.rh.com.br/Portal/Relacao_Trabalhista/Noticia/6684/obrigatoriedade-do-ponto-eletronico-agita-setor-empresarial.html